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quarta-feira, 31 de março de 2010

sábado, 27 de março de 2010

Casal Nardoni é condenado pelo júri

A dois dias de se completarem dois anos da morte da menina Isabella Oliveira Nardoni, o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, são declarados culpados pelo júri popular. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado. A pena foi estabelecida em 31 anos, um mês e dez dias de reclusão em regime fechado para Alexandre e em 26 anos e oito meses, no mesmo regime, para Anna Carolina. Ambos foram sentenciados ainda a oito meses de detenção por fraude processual, ficando a pena total em 31 anos, nove meses e dez dias para o pai de Isabella e em 27 anos e seis meses para a madrasta. A pena de Alexandre foi maior que a da mulher devido ao agravante de que o crime foi cometido contra a própria filha, a quem ele deveria defender. O júri considerou que o crime foi praticado com "frieza emocional". A sentença foi proferida pelo juiz Maurício Fossen, no Fórum de Santana, por volta de 0h30 deste sábado (27). O magistrado negou o direito aos réus de recorrerem ao processo em liberdade. Pouco após a leitura da sentença, o advogado que defendeu o casal, Roberto Podval, impetrou recurso.O júri que condenou o casal Nardoni foi formado por quatro mulheres e três homens. Eles foram sorteados no primeiro dia de sessão. Cinco deles nunca haviam participado como jurados de um julgamento. O Código Penal impede que seja divulgado o placar da decisão do júri.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Vídeo de alunos fazendo sexo oral na Escola Ulysses Guimarães em Belém

Jovens alunos da Escola Ulysses Guimarães em Belém do Pará que participaram da filmagem do polêmico vídeo de sexo dentro do vestiário da quadra de esportes do colégio foram transferidos pelos pais.Tudo começou quando dois menores, uma estudante de 13 para 14 anos da 8ª série e um rapaz de 15 anos da 7ª série foram para o vestiário, um terceiro colega de 16 anos fez um vídeo com cenas de sexo oral dos adolescentes no horário em que não havia atividades esportivas, e as imagens de sexo dos estudantes foram passadas de celular para celular através do sistema Bluetooth e foram parar na Internet.Até aquele momento os estudantes eram considerados alunos exemplares, agora que colocaram tudo a perder, seus pais estão constrangidos e esta menina coitada, está sendo motivo de chacota.Veja a reportagem sobre o caso:

Menina de se deixar filmar? Que sirva de lição para todas as garotas: Nunca deixe ninguém filmá-las, nem que seja uma pessoa de inteira confiança, os celulares e câmeras são roubadas a todo momento.Sites que estão colocando as cenas de sexo oral dos alunos para baixar download na net podem ser penalizados pela lei, e até pessoas que tiverem as imagens de sexo entre menores em seus computadores. Pedofilia é crime!Se ver imagens do sexo oral dos estudantes da Escola Ulysses Guimarães de Belém pode denunciar através do telefone Disque 100, pelo e-mail crime.internet@dpf.gov.br ou pelo site www.andi.org.br/denuncie.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Justiça concede indenização a homem que apanhou de mulher

Desembargadores da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) concederam, nesta quarta-feira (16), indenização de R$ 10 mil, por danos morais, a um homem que acusa uma mulher de tê-lo agredido. Segundo a assessoria do TJ-RJ, a sentença é de primeiro grau, e ainda cabe recurso. De acordo com nota oficial enviada pelo TJ-RJ, Jorge da Conceição acusou sua sócia em um curso de calista e pedicure em Niterói, na Região Metropolitana, de tê-lo agredido com um martelo, entre outros objetos, diante de vários alunos e funcionários, após uma discussão. O relator do processo, desembargador Ronaldo Rocha Passos, afirmou que Jorge tentou apenas se defender das agressões, que lhe causaram lesões consideráveis.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

JUSTIÇA: Assassino de jovem inglesa será julgado em maio pelo Tribunal do Júri

Mohammed Santos confessou ter matado Cara Marie em julho de 2008.Julgamento foi marcado para 14 de maio deste ano, em Goiânia.

O julgamento de Mohammed D´Ali Carvalho dos Santos, acusado de matar e esquartejar a jovem inglesa Cara Marie Burke em julho de 2008, em Goiânia, será julgado pelo crime no 1º Tribunal do Júri da capital goiana. Em 24 de março, o juiz Jesseir Coelho de Alcântara, da 1ª Vara Criminal de Goiânia, havia decidido levar o rapaz a Tribunal do Júri por ter cometido o crime por motivo fútil e sem permitir que ela se defendesse. Segundo o Tribunal de Justiça (TJ) de Goiás, o magistrado justificou a decisão com base na materialidade do crime e na existência de indícios suficientes para determinar a autoria do homicídio. A defesa do réu pode recorrer da decisão e por isso a data do juri ainda não foi marcada. De acordo com o TJ, o magistrado manteve as qualificadoras do crime como o motivo fútil, uma vez que há indícios de que o crime foi cometido porque a jovem inglesa havia ameaçado contar à mãe de Mohammed e a um policial militar, que ele usava drogas. Segundo Alcantara, isso deve dificultar a defesa do réu, pois ele ainda teria atacado a vítima quando ela estava ao telefone, impedindo sua defesa". Os laudos periciais no local da morte e o exame cadavérico sustentam, segundo o juiz, a destruição e ocultação de cadáver. O magistrado, no entanto, não acatou a acusação de corrupção ativa, supostamente cometida pelo réu contra policiais militares que o prenderam.


Denúncia


Alcântara recebeu, em 15 de setembro, a denúncia formulada pelo Ministério Público (MP) contra Mohammed e Cristiano Cardoso Silva. Mohammed é acusado de homicídio qualificado (motivo fútil e utilizando-se de emboscada), destruição e ocultação de cadáver e corrupção ativa, enquanto Cristiano responde apenas por ocultação de cadáver.

Ainda segundo a denúncia, a motivação de Mohammed seria o temor de que Cara não cumprisse acordo de casamento feito na Inglaterra, onde eles se conheceram. Com o objetivo de obter sua cidadania inglesa, ele propôs a Cara pagar sua passagem para o Brasil, desde que se casasse com ele. Os dois chegaram a viver juntos, sem qualquer relacionamento amoroso, até a vítima se mudar para outro bairro. A garota estaria com medo de Mohammed devido ao seu envolvimento com drogas. Mohammed está preso desde 31 de julho na Casa de Prisão Provisória, em Aparecida de Goiânia. Segundo informações da polícia, ele confessou o assassinato. A última parte do corpo da vítima, esquartejado pelo assassino, foi encontro em 4 de agosto do ano passado.

Entenda o caso A jovem foi morta e esquartejada no final de julho e o tronco de seu corpo foi encontrado dentro de uma mala às margens de um rio em Goiânia na segunda-feira seguinte ao crime. As outras partes foram encontrada dias depois na região do Ribeirão Sozinha, em Bonfinópolis (GO).

As partes do corpo de Cara Burke continua no Instituto Médico Legal (IML). A família aguarda liberação pela Justiça. Por meio da embaixada britânica no Brasil a família da jovem manifestou o desejo de que o corpo seja enviado, do jeito que está, para que ser enterrado em Londres.

* (Com informações da TV Anhanguera)